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 Bjerakasta, o Soldado dos Mares

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MensagemAssunto: Bjerakasta, o Soldado dos Mares   Ter 30 Jan 2018 - 20:25

A ORIGEM DO GUARDIÃO ATLANTE


Atlantida havia passado por guerras contra outros povos e com isso o sentimento de proteção a pátria aumentou significativamente. Jovens tinham verdadeiros exemplos de bravura e honra nos bravos soldados atlantes, assim vários jovens atlantes aspiravam se tornar guerreiros valorosos.
Bjerakasta foi um destes jovens, se alistou na academia militar e fez o treinamento completo se formando como um dos melhores. O jovem atlante sonhava em patrulhar águas quentes e proteger as rotas comerciais e fronteiras (praias) com o continente. Porém ele não dava as ordens, e devido sua admirável habilidade em combate foi designado para a guarda do presídio de Labrador, no Atlântico Norte onde serviu como carcereiro durante muito tempo.

A prisão atlante de Labrador não era um ambiente convidativo, abrigava os piores prisioneiros banidos de Atlântida e o ambiente pesado constantemente causava brigas e rebeliões, e por isso precisavam de Bjerakasta lá para manter calmos os ânimos daqueles brutamontes criminosos. Infelizmente o ambiente mudou o anfíbio e Bjerakasta passou a se identificar demais com a prisão, tornou-se tão selvagem quanto os presos e agora já lhe agradava tantas brigas.
Seus superiores viram que seu principal carcereiro estava se tornando um descontrolado e imediatamente trataram de realoca-lo. Aliando os anos de treinamento militar com os anos em Labrador, Bjerakasta havia se tornado um soldado notável e poderoso, assim atraiu a atenção da Rainha Zara.

Atlântida estava em um momento de primeiro encontro com os humanos da superfície e era de extrema importância que escolhessem um representante para servir de ponte entre atlantes e humanos. Assim a rainha escolheu Bjerakasta, que apesar de não ser um diplomata, seria um presente dos atlantes, o melhor soldado trabalhando pela paz nos oceanos e na superfície.
Surgiu assim Bjerakasta, o herói atlante, inicialmente a mando de sua rainha ajudou os humanos combatendo ameaças e com o tempo percebeu que gostava de sua nova função. Inspirava os jovens atlantes e ao mesmo tempo passava uma imagem importante para os humanos, de que eles tem um povo vizinho nos oceanos e que estavam dispostos a trabalhar em conjunto.
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MensagemAssunto: Re: Bjerakasta, o Soldado dos Mares   Qua 31 Jan 2018 - 17:29

OS TESOUROS DE POSEIDON



Após os acontecimentos da Terra-147, Bjerakasta volta para Megacity e percebe que passaram-se meses desde que desapareceram. E como um representante de Atlantis, ele precisava ver o que tinha mudado com sua ausência.
Se despedindo de seus parceiros, Bjerakasta parte para os oceanos onde vai se encontrar com sua rainha. Ela o informa sobre os novos acontecimentos, os atlantes tem um novo inimigo declarado quando um tal de Rei dos Oceanos declara guerra a Atlantida, e seu primeiro ato hostil foi atacar o presídio aquático de Labrador e liberar diversos criminosos perigosos. Não fosse o bastante, o Rei dos Oceanos ainda recrutou a dedo os piores criminosos para seguir em com seus planos de tomar a coroa da rainha.

A rainha envia soldados para combater os inimigos, porém sem sucesso, as tropas voltam derrotadas, mas com uma informação importante. Aparentemente o misterioso Rei dos Oceanos sabia sobre os tesouros de Poseidon, os antigos diziam que o próprio Poseidon havia escondido tesouros nos oceanos e quem os achasse governaria os mares. Os três tesouros seriam: a arma, a amadura e o poder dos mares. A arma era considerada o Tridente, na posse da rainha, já a armadura e o poder de Poseidon nunca foram encontrados e se tornaram lendas.
Mas o Rei dos Oceanos acreditava nas lendas e libertou os criminosos para que atacassem as costas e litorais, mantendo os soldados atlantes ocupados enquanto ele mesmo procuraria os tesouros. A serviço da rainha, Bjerakasta é mandado para a batalha, e derrota os asseclas do Rei dos Oceanos ao redor da costa, e descobre nesse tempo que o inimigo havia encontrado a localização de um tesouro.
Sem perder tempo, Bjerakasta já voltava a Atlantida quando nota alterações nas correntes marinhas e segue para averiguar a situação, ele então encontra uma fenda na cordilheira submarina do Atlântico, e nota que aquele local estava emitindo pulsos de energia, que geravam toda aquela mudança nos oceanos. Seguindo pela fenda, o atlante encontra o Rei dos Oceanos pela primeira vez, já com as mãos em uma urna feita com uma pedra brilhante, o herói ainda tenta impedir que o vilão abra a urna mas não consegue a tempo: uma grande massa de energia sai da urna, jogando os dois para os cantos da fenda.
A energia da urna era um tesouro, o poder de Poseidon, e naquela situação acabou sendo liberada e gravada nos dois. Agora tanto Bjerakasta quanto o Rei dos Oceanos dividiam o poder dos mares, e seus corpos foram fortalecidos com tatuagens místicas de poder antigo. Antes que o herói pudesse se recuperar, o Rei dos Oceanos convoca mais uma assecla para dar cabo de Bjerakasta, enquanto o vilão marcha para atacar Atlantida e reclamar o Tridente.

O assecla cumpre sua parte e mantém Bjerakasta ocupado em uma batalha, assim que ele finalmente consegue derrotar o lacaio após uma exaustiva luta parte a toda para Atlantida. Felizmente as habilidades regenerativas do herói fazem com que ele e recupere dos danos até chegar ao seu destino, e assim que chega vê Atlantis em guerra, os soldados atlante combatendo os fugitivos de Labrador no meio das ruas. Zarus, o chefe do exército atlante avisa a Bjerakasta para que vá até o castelo, assim ele poderia enfrentar o Rei dos Oceanos enquanto os soldados se concentravam em expulsar os invasores.
Ouvindo Zarus, Bjerakasta parte a toda para o castelo onde encontra vários soldados abatidos no chão, e na sala do trono a rainha sangrando com o tridente atravessado em seu corpo, o Rei dos Oceanos agora tinha a arma de Poseidon e usaria isso para governar todas as criaturas marinhas e posteriormente a superfície. Durante a cena o vilão revela sua identidade, arrancando a máscara que usava e mostrando ser Horr, o primogênito da rainha, um príncipe dado como morto, após desaparecer anos atrás durante guerras contra rivais dos atlantes. Usou esse tempo para pesquisar sobre os tesouros de Poseidon, e usa-los para subjugar todos os povos. Bjerakasta no entanto, se recusa a obedecer o regicida e afim de livrar Atlantida de um reinado cruel e repleto de guerras, o herói se arrisca e enfrenta o poderoso inimigo.
Inicialmente Bjerakasta fica em desvantagem, graças ao tridente empunhado por Horr, porém no decorrer da batalha, o herói mostra que se fortaleceu com anos de treinamento e lutas, não precisava de tesouros para vencer suas batalhas. Após uma grande troca de golpes ele consegue um acerto crítico em Horr e finalmente o vence.

Nos dias seguintes, Atlantida entra em luto com a morte de sua rainha. Horr vai preso e sofre o desprezo de todo povo atlante e seu nome é apagado da linha sucessória, assim resta passar o trono (e o tridente) ao filho do meio, Ta’roon. Com o novo rei, e passado a tormenta, um curto período de calmaria se aproxima, e Bjerakasta uma hora precisaria voltar a superfície para cumprir o dever que lhe foi dado, representar Atlantida.
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